Espaço de reflexão sobre os Direitos Humanos. Em pleno século XXI, a humanidade encontra-se longe de atingir o respeito e a salvaguarda dos Direitos Humanos. Cada um de nós deve contribuir para alterar esta situação!
Quinta-feira, 3 de Maio de 2007
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Ajudar a educar

 

Com o objectivo de promover a educação de crianças do continente africano, nomeadamente de Moçambique, estamos a promover na escola uma campanha de solidariedade, no âmbito da disciplina de Área de Projecto. Toda a ajuda conseguida será enviada para o orfanato “Aldeia da Paz” em Moçambique.

Sabia que com apenas 23 Euros consegue pagar um mês completo de material escolar, refeições… de uma criança moçambicana?

Dá que pensar!!!!

Nesta campanha estamos a concretizar diversas actividades para que se consiga atingir os objectivos. Com vista à promoção desta iniciativa foram afixados e distribuídos diversos panfletos e cartazes para alertar os encarregados de educação e a comunidade escolar para os diversos problemas existentes no mundo, que por vezes passam despercebidos.

Segundo o Presidente do Conselho Executivo, José Ramos Magalhães, “este projecto é um gesto altruísta que dignifica a escola e as promotoras”. De acordo com este projecto, está também a professora Lurdes Silva. Segundo a sua opinião, “esta iniciativa é benéfica, pois o grupo organizador demonstra em primeiro plano a preocupação com os outros, ajudando não só a melhorar o bem-estar físico, como também educativo.”

  Está, também, a decorrer a venda de camisolas, estampadas a partir de desenhos feitos por uma aluna do 11ºD que concordou em colaborar com o grupo de trabalho. Contamos também com a ajuda da empresa de têxteis Majova que fez a oferta das camisolas e da respectiva estampagem; colocou-se uma pequena caixa no bar e na sala dos professores para que, com boa vontade, tanto, alunos como professores, contribuam para a referida campanha.

Com esta actividade pretendemos melhorar as condições de vida de algumas crianças, assegurando-lhes um futuro mais risonho, sensibilizando as pessoas para as desigualdades sociais”, referem os membros do grupo.

Não se esqueça de que um pequeno gesto pode fazer a diferença!

 

                                                                  Cátia Fernandes, Elsa Silva, Lúcia Amorim.


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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2007
A imigração como factor de discriminação

A imigração é uma realidade histórica e está estreitamente ligada com as desigualdades de desenvolvimento e riqueza entre os países. Estas disparidades têm vindo a acentuar-se resultando num aumento do número de imigrantes, muitos deles, clandestinos. Assim sendo, muitas pessoas deixam o seu país procurando melhores condições de vida além fronteiras o que provoca alterações na geografia mundial pois envolve quer o país de origem quer o país de chegada. Este facto é principalmente constatado na União Europeia, em países como Portugal, Espanha ou Itália que até há poucos anos eram países de emigrantes levando à mudança lenta e difícil da legislação, de comportamentos e até de mentalidades.

Esta mudança conduz-nos, actualmente, à descoberta, nestes e outros Estados, de relatos de imigrantes simplesmente preocupantes. Estes indivíduos são vítimas de discriminação e de inferiorização, estando o principal problema relacionado com os que não têm a sua situação legalizada. Nestes casos, a condição de ser humano parece quase nem ser respeitada e tudo se complica. O acesso a hospitais, a habitação digna, a escolas para os filhos é sempre dificultado. Apesar das dificuldades os números são alarmantes, estima-se que mais de 3 milhões de imigrantes vivam clandestinamente na União Europeia superando em 1,6 milhões os imigrantes legais. Em parte este fenómeno crescente de ilegalidade deve-se aos inúmeros passos burocráticos que são exigidos pelos Governos e ao tempo e custos que a legalização acarreta.

No entanto, quer estejam legais ou não, são ainda injustiçados pela população em geral que deles desconfia e os toma como potenciais criminosos devido à sua problemática situação económica.

Perante este cenário complexo, o único argumento a favor dos imigrantes é a sua necessidade para fazer face à falta de mão-de-obra na Europa onde  são precisos cerca de 44 milhões de imigrantes até 2050 para poder resolver esta situação deficitária. Eles são vitais quer para o crescimento económico, quer para manter o sistema de segurança social. Deste pormenor muitas pessoas não se lembram e mantêm uma atitude discriminatória e mesquinha perante estes seres humanos que têm, ou deveriam ter, os mesmos direitos que todos eles.

               Ana Margarida Santos; Belmira Silva, Catarina Peixoto, Lurdes Lopes, 12º G

 

 

 


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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006
10 de Dezembro, dia dos Direitos Humanos…

A defesa dos direitos humanos no nosso século apresenta grandes desafios. A crescente disparidade económica entre ricos e pobres é agravada pela crescente disparidade de conhecimento entre os que têm e os que não têm acesso à informação. Muitas das crianças e jovens, que hoje compõem a maior parte da humanidade, serão os adultos de amanhã, sem que tenham conhecido o benefício de direitos humanos fundamentais, os quais deveriam não apenas oferecer-lhes uma infância segura e enriquecedora, mas também prepará-los para a vida adulta. A nossa tarefa diária deverá passar por continuarmos a promover defender e respeitar os direitos humanos; façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para assegurar que a sociedade do século XXI esteja nas mãos de sucessivas gerações de adultos que compreendam e respeitem profundamente os direitos humanos, as liberdades fundamentais e a dignidade absoluta de toda a humanidade. Se isso puder ser realizado, então o nosso século poderá ser visto como o século da completa implementação dos direitos humanos.


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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006
Direitos da Mulher

No âmbito desta disciplina, (Área de Projecto), vamos realizar um projecto com o objectivo de reflectir e discutir sobre a temática dos Direitos Humanos. Neste projecto de trabalho vamos abordar concretamente o progresso dos direitos da mulher, ou seja a evolução de todo o percurso que originou a emancipação feminina.

O que nos levou a realizar este trabalho foi o facto de sabermos que hoje em dia estes direitos, num número significativo de países continuam a não ser respeitados. Continuamos a assistir a uma permanente desvalorização do papel da mulher na sociedade. Hoje, em pleno século XXI, existem mulheres que continuam a não poder votar, ir à escola ou mesmo decidir o que podem vestir.

Contudo, temo-nos deparado com algumas dificuldades: a recolha de informação necessária, o modo como vamos apresentar o trabalho...

Mas nem tudo foi negativo, pois a elaboração deste projecto ajudou-nos a iniciar um processo de compreensão sobre a situação da mulher, as limitações a que a mulher estava e está sujeita. Por outro lado, ajudou-nos também a aprender e reflectir sobre aspectos que antes nos eram desconhecidas.No próximo período continuaremos a desenvolver e aprofundar mais este tema. Esperamos que no final deste projecto os nossos conhecimentos sobre este tema nos permitam explicar à turma a evolução do processo relativo à emancipação feminina, bem como os problemas que a mulher enfrenta na actualidade.

Temos pois um grande desafio pela frente!!!!

 

                                                         Joana Jesus, Nuno Costa, Rosana Vale e Telma Machado, 12º G

 


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Os Direitos das Mulheres no Mundo

O tema do nosso trabalho intitula-se “A Mulher no Mundo e os Seus Direitos”. Este trabalho está a ser realizado no âmbito da Disciplina de Área de Projecto.

Decidimos optar por este tema porque achamos que em pleno século XXI continua a ser actual e a necessitar de reflexão.

 Procuraremos abordar vários aspectos referentes ao papel da mulher na sociedade actual, como por exemplo no trabalho, na educação, na sociedade, na política, desporto, sexualidade…

Neste contexto, a nossa pesquisa centrar-se-á na busca de testemunhos verídicos  da discriminação sofrida pela mulher na nossa sociedade.

Já realizamos algumas pesquisas no âmbito deste tema, como a consulta da Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão e a Convenção para a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra as Mulheres.

Estes documentos permitiram realizar uma fase introdutória ao tema e preparar um PowerPoint comparativo do papel da mulher no mundo – semelhanças e contrastes.

Realizamos, também, um vídeo sobre os direitos fundamentais das mulheres.

Produzimos, ainda um PowerPoint com a apresentação de todos os elementos do grupo de trabalho e respectivo projecto.

 Como em qualquer outro trabalho a nossa preocupação, situou-se ao nível da falta de documentação relativa a este tema, que contudo pensamos ser possível ultrapassar ao longo do desenvolvimento do projecto.

Os aspectos positivos têm sido vários, como por exemplo: um melhor conhecimento do papel da mulher na sociedade e a sua importância. Aprendemos, sobretudo, a encarar a sociedade que nos rodeia com outros olhos, pois afinal ainda existem muitas formas de discriminação no mundo.

                                           Bruna Gomes, Miguel Pereira, Patrícia Rocha e Paula Silva, 12º G


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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006
Contrastes

  

 

No âmbito da disciplina de Área de Projecto, o nosso grupo está a desenvolver o tema relativo aos Direitos Humanos, nomeadamente, os contrastes entre os países desenvolvidos e os países em vias de desenvolvimento.

O nosso trabalho foca aspectos que tornam o mundo desigual a nível económico, tecnológico, da educação, habitação, trabalho e de saúde.

Nos países desenvolvidos verificamos que toda a população tem acesso aos meios tecnológicos, pelo contrário, nos países em vias de desenvolvimento esse acesso é muito restrito. Um dos problemas que o avanço da tecnologia causou foi a elevada taxa de desemprego e a falta de formação destas populações.  

A nível educacional, nos países desenvolvidos a taxa de analfabetismo é, em geral, reduzida. Pelo contrário, o mesmo não se verifica nos países em vias de desenvolvimento onde as condições de acesso à educação são deficitárias, devido à falta de infra-estruturas, de docentes e sobretudo devido à falta de investimento dos governos na educação como forma de estimular o desenvolvimento.

Juntando a estes factores, destacamos as condições financeiras das famílias que obrigam um elevado número de jovens e até mesmo crianças a ingressarem no mercado laboral, para sobreviverem, abandonando precocemente a escola. Nestes países o trabalho infantil é um problema social grave, os direitos das crianças são permanentemente desrespeitados. A habitação é também um meio de discrepância entre os países ricos e pobres. Relativamente aos países pobres existe a falta de infra-estruturas básicas como saneamento, água potável e electricidade.

Em termos de saúde verifica-se, mais uma vez, a desigualdade, sendo que, nos países desenvolvidos o acesso da população a este meio é genérico, enquanto que nos países mais pobres é muito restrito e deveras precário. Para além de não existirem cuidados de saúde primários, o diagnóstico e despistagem de doenças são inexistentes. Ao longo do trabalho temos encontrado algumas dificuldades. Em relação às dificuldades podemos salientar os obstáculos na selecção da informação. Mas nem tudo é negativo… Com a realização deste trabalho, estamos a constatar como em pleno século XXI ainda existe imensa miséria no nosso Mundo, tanto para fazer... Alguém tem de promover a mudança…

                                           Cátia Fernandes, Elsa Silva, Lúcia Amorim, 12º G


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Todos os seres humanos nascem livres e iguais

Logótipo

Artigo 1:

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 4:

Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o tráfico de escravos, sob todas as formas, são proibidos.

                                                     (Declaração dos Direitos Humanos)

 

A Declaração dos Direitos Humanos faz referência ao respeito por todos cidadãos, independentemente da sua raça, religião, sexo, idade, cultura.

Será que a sociedade está preparada para conviver e respeitar outras culturas?

Hoje deparamo-nos com uma comunidade de imigrantes bastante diversificada, encontramos no nosso país, pessoas vindas dos quatro cantos do mundo à procura de melhores condições de vida.

Vêem no nosso país a esperança de alcançar melhores condições de vida para os seus familiares, o que na prática nem sempre se reflecte assim, pois a maioria é sujeita a condições de vida e trabalho muito duras, mal remuneradas e sem direitos.

Os emigrantes vêem-se obrigados a enfrentar um conjunto de barreiras para a sua integração no país, uma vez que a maioria tem outra língua, cultura e até religião que se vêem obrigados a esconder para que possam manter o emprego.

Portugal, país tradicionalmente de emigrantes, parece ter esquecido um papel que já foi seu, não facilitando a integração de indivíduos que vêm ocupar postos de trabalho que na maioria das vezes os portugueses não querem, embora sejam fundamentais para a economia portuguesa.

A escola tem um importante papel na valorização de determinados valores, tais como respeito, amizade, solidariedade, tolerância; valores fundamentais para que se possa conviver com pessoas de culturas, religiões, modos de vida diferentes; é cada vez mais frequente que filhos de imigrantes tentem a sua integração no nosso país, através da escola.

Em suma, podemos dizer que a escola tem uma grande responsabilidade, na medida que, a diversidade de culturas é cada vez mais frequente em vários países, tendo que preparar os jovens que serão os adultos do futuro a conviver com esta realidade.

                 Maria José Pinheiro, Marta Oliveira, Sandra Gonçalves e Vânia Silva, 12º G

 


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Sábado, 25 de Novembro de 2006
Declaração de Amor aos Homens e Mulheres da Terra
     

 

Recordando e reafirmando os princípios declarados na Carta Universal dos Direitos Humanos da ONU nós, seres humanos decidimos fazer a seguinte Declaração de Amor aos Homens e Mulheres da Terra:
1. Todas as pessoas do mundo têm o direito de viver e de sonhar com um planeta mais justo e pleno de dignidade e de amor.
2. Todas as pessoas do mundo têm o direito de brincar na chuva e libertar barquinhos de papel nas sarjetas e enxurradas.
3. Todas as pessoas do mundo têm o direito a uma educação que forme seres humanos livres, criadores e inventores de novos conhecimentos.
4. Todas as pessoas do mundo têm o direito de construir a sua própria "Constituição", escolhendo os valores para nortear uma conduta pessoal solidária e fraterna.
5. Todas as pessoas do mundo têm o direito de estabelecer relações humanas amparadas na fraternidade e no respeito à diferença.
6. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se encontrar pelos caminhos que levam à defesa da vida e da alegria.
7. Todas as pessoas do mundo têm o direito de escutar o Outro e comungar de suas esperanças e sonhos.
8. Todas as pessoas do mundo têm o direito de plantar girassóis para que todas as tardes sejam de primavera.
9. Todas as pessoas do mundo têm o direito de descobrir o sorriso ou a dor que mora no Outro.
10. Todas as pessoas do mundo têm o direito de habitar em casas que sejam como corações abertos, acolhedoras e sem trancas, onde sempre brilhe a luz da fraternidade.
11. Todas as pessoas do mundo têm o direito de construir dentro de si mesmas um templo para o seu Deus, na forma em que O conceberem..
12. Todas as pessoas do mundo têm o direito de que o trabalho seja um campo em que floresça a dignidade humana, sempre no horizonte de servir e amar o Outro.
13. Todas as pessoas do mundo têm o direito de serem os guardiões dos portões do Jardim da Humanidade.
14. Todas as pessoas do mundo têm o direito de saborear os frutos coloridos e suculentos da sabedoria, da arte e da ciência sem precisar dar dinheiro em troca.
15. Todas as pessoas do mundo têm o direito de não serem medidas pelo dinheiro que possuem.
16. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se expressar livremente, impregnando a palavra de paixão transformadora.
17. Todas as pessoas do mundo têm direito à comunicação e à informação para construir um mundo baseado na igualdade entre homens e mulheres.
18. Todas as pessoas do mundo têm o direito de acreditar que a unidade, com respeito às diferenças dos povos, é não somente possível, mas inevitável para alcançar a paz mundial.
19. Todas as pessoas do mundo têm o direito de saber a verdade sobre os caminhos e os roteiros que levam à liberdade e à dignidade.
20. Todas as pessoas do mundo têm o direito de conviver amorosamente com os animais e com todos os seres da natureza que estão na Terra.
21. Todas as pessoas do mundo têm o direito de transformar os muros que as separam em praças onde todos se encontrem para celebrar a cidadania e a solidariedade.
22. Todas as pessoas do mundo têm o direito de errar e serem amparadas carinhosamente na vontade de crescer e aprender mais e mais.
23. Todas as pessoas do mundo têm o direito a não mais ter medo das palavras Paz e Amor.
24. Todas as pessoas do mundo têm o direito de cultivar a terra e dela receber o alimento sagrado para o sustento do corpo e da alma.
25. Todas as pessoas do mundo têm o direito de chorar de alegria.
26. Todas as pessoas do mundo têm o direito de receber tratamento humano na saúde e na doença e de fazer escolhas livres e conscientes sobre tudo que envolva a vida e a morte.
27. Todas as pessoas do mundo que não sonham estes sonhos têm o direito de serem tocadas no coração para que desejem também caminhar na beleza...
Mensagem dos Jornalistas no Encontro para a Paz
Dezembro de 1998

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